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Conceitos

Entenda mais sobre alergia

Alergia – É uma manifestação clínica resultante de uma reação imunológica exagerada do organismo à exposição de substâncias que são inócuas para a grande maioria da população. Esta reação desencadeada envolve a participação de diversos mecanismos e fatores e tem como mediador central a IgE.

Mecanismo Imunológico – A vacina antialergênica, produz resposta imune no próprio organismo. Ou seja, reduzir ou abolir a reação alérgica.

Extratos – É extremamente importante avaliar os extratos para o diagnóstico e tratamento, por isto, a qualidade dos extratos é fundamental. Os extratos padronizados biologicamente é possível conhecer a potência e gerar mais segurança na imunoterapia.

Padronização – Os extratos são padronizados baseados no padrão interno de referência. Com o avanço da tecnologia houve um aprimoramento na padronização, assim utilizar vacinas padronizadas é o ideal para definir a melhor dose para cada paciente, principalmente na fase de manutenção (que pode variar de 5 a 20 mcg/alérgenos maiores por ml)*. A padronização pode ser definida em 3 unidades de medida:

• Massa de extrato liofilizado (mg/ml)
• Unidade Biológica (UB/ml)
• Valores de alérgenos maiores (mcg/ml)

Imunoterapia – A imunoterapia ou vacina alergênica é feita aumentando gradualmente as doses da vacina. O aumento das doses faz com o que o sistema imune se torne menos sensível ao alérgeno e reduza os sintomas da alergia. Reduz a inflamação característica do processo alérgico.

Objetivo – É aumentar a tolerância do paciente a exposição natural ao alérgeno, resultando no controle dos sintomas e na diminuição da medicação.

Indicação – A imunoterapia é indicada nos pacientes portadores de alergias mediadas por anticorpos IgE, os quais são detectados por meio do teste alérgico (Prick Test) e do RAST (exame laboratorial in vitro).

Administração – Importante utilizar extratos padronizados para que o tratamento seja realizado de forma gradual e progressiva. Inicia-se com extratos mais diluídos até a concentração máxima tolerada pelo paciente. Sempre em doses crescentes até a máxima tolerada.

Duração – Ainda não é específico a duração exata do tratamento, pois isto depende de cada paciente. Os estudos indicam de 3 a 5 anos, porém apenas o médico pode determina-lo.

Riscos – A imunoterapia como todo tratamento, pode ter riscos e o maior deles é a anafilaxia. Por este motivo é importante ser realizada sob supervisão medica e em ambiente onde aos primeiros sinais de grave reação,  haja atendimento emergencial.

* Estudos realizados e preconizados pela OMS.

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